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terça-feira, 18 de setembro de 2012

VISITA DA IMAGEM QUE PEREGRINA DE NOSSA SENHORA DE NAZARÉ


Caros amigos e paroquianos, 
No dia 23 de Setembro, domingo, às 19h a imagem peregrina de Nossa Senhora de Nazaré estará na Paróquia São José.
Dia 28 de Setembro, sexta-feira a imagem peregrina de Nossa Senhora de Nazaré estará no Boulevard Shopping às 17h.
Venha participar!!

sábado, 8 de setembro de 2012

Caminhando com a Igreja: Missão eclesial


O cristão é aquele que faz a experiência de Cristo Salvador, sob o impulso do Espírito Santo. É este quem nos revela e comunica o Senhor. Aceitá-lo é indispensável para ser cristão. No entanto, esta aceitação requer uma sempre renovada conversão.
A conversão, contudo, não é só algo pessoal, que nos faz mudar ou transformar a nossa vida, seguindo os critérios de Jesus, que o Espírito nos comunica. A conversão é algo que extrapola de nós ou do nosso coração e vai atingir os outros, incitando neles também a mudança ou a conversão. Nisto   essencialmente consiste a missão.
Todo cristão convicto, que se deixou guiar pelo Espírito de Jesus, torna-se missionário. Esse fato era uma realidade na primitiva Igreja. Em quarenta anos, limite de tempo em que foram escritos os Atos dos apóstolos e as Cartas de São Paulo, o número de convertidos já era grande. As primeiras     comunidades faziam questão de ser testemunhas, anunciando Jesus ressuscitado e a presença do Espírito que o Pai mandou para guiar a Igreja no corajoso anúncio do Evangelho. Isso todos faziam com ardor e entusiasmo, mesmo encontrando dificuldades internas e externas muito grandes.
Desde o início tiveram que lutar para que não sobressaísse a instituição religiosa da Igreja acima da ação do Espírito que a conduzia. A instituição é válida e indispensável, mas não deve querer o primeiro lugar. Nesse  aspecto, pode-se dizer que a tentação de fazer “três tendas” não foi só a de Pedro, na transfiguração de Jesus, mas apareceu diversas vezes na Igreja, mesmo em nossos dias em que somos convocados para uma nova evangelização. Não se tem a necessária humildade para sermos coadjuvantes do Espírito Santo e não protagonistas. Isto só o Espírito o é. Mais ninguém, a não ser Jesus que, como Deus e segunda Pessoa da Trindade Santíssima, dele não se separa.
Irmão Carlos de Jesus compreendeu que, uma vez convertido, sua vida devia ser missionária daquele Deus que, para ele, se tornou o Absoluto. Sentiu que devia pregar o Reino do Senhor e sua justiça, estando “pronto para ir aos extremos do mundo por causa do Evangelho”. Ele se propôs “gritar o Evangelho com a própria vida”.

A missão é imprescindível na vivência eclesial. Todos devemos ser missionários de Jesus. O que nos assusta é aquilo que já o apóstolo Paulo acenava: a missão nos leva a “pregar Jesus Cristo crucificado”. Ela não é e nem deve ser triunfalista: para ela não vale só a homenagem dos Ramos, mas   muitas vezes tem que aceitar o Getsêmani e o Calvário. Foucauld desde cedo, após convertido, compreendeu que esse Cristo, a quem entregou a vida, na realidade, aos olhos do mundo, foi um fracassado, humanamente derrotado. Por isso, ele compreendeu que devia crer em Jesus, mesmo quando O contemplava como pobre, misturado com o povo humilde, hostilizado em sua vida pública,   martirizado e morto numa cruz ignominiosa. Isso o fez entender que devia procurar o Senhor, de modo especial, nos pobres ou empobrecidos, nos excluídos, nos fracos, nos fracassados da vida. Ele compreendeu que também ele, para ser legítimo missionário de Jesus, devia ser um fracassado e crucificado com Ele.
Essa atitude de Irmão Carlos deve ser seguida por todos os autênticos missionários que, sob o impulso do Espírito, assumem o mistério total de Jesus no meio dos homens.É dando esse testemunho que a Igreja deve missionar em nossos dias. E o Pe. Mariano afirmou fortemente: “A Igreja tem que ser de testemunhos e não só de documentos”.Nosso tempo e nossa realidade exigem esse testemunho, que pode levar até ao martírio, como já levou a tantos em toda a História da Igreja, ou esse profetismo realmente engajado, que concreti-za, de fato, a palavra evangelicamente doutrinária. Se com isso nossa vida escandalizar, não devemos ter medo. Esse escândalo é válido e justo, inteiramente santo.
Monsenhor Aderson Neder

Homilia dominical: Marcos 7,31-37

31 Jesus saiu de novo da região de Tiro, passou por Sidônia e continuou até o mar da Galileia, atravessando a região da Decápole.  32 Trouxeram então um homem surdo, que falava com dificuldade, e pediram que Jesus lhe impusesse a mão. 33 Jesus afastou-se com o homem para fora da multidão; em seguida, colocou os dedos nos seus ouvidos, cuspiu e, com a saliva, tocou a língua dele. 34 Olhando para o céu, suspirou e disse: “Efatá!”, que quer dizer “abre-te!” 35 Imediatamente seus ouvidos se abriram, sua língua se soltou e ele começou a falar sem dificuldade. 36 Jesus recomendou com insistência que não contassem a ninguém. Mas, quanto mais ele recomendava, mais eles divulgavam. 37 Muito impressionados, diziam: “Ele tem feito bem todas as coisas: aos surdos faz ouvir e aos mudos falar”.

Comentário Este é o relato da cura do “surdo mudo”. É uma cura dupla, pelo fato do enfermo padecer duas doenças; que por sinal estão relacionadas entre si, pois em geral os surdos falam gritando. O texto é um dos poucos episódios exclusivo do evangelista Marcos, similar ao narrado por ele em 8,22-26. A descrição aqui é muito rica em gestos praticados por Jesus até chegar à conclusão da cura. Há um procedimento longo: Primeiro os habitantes se unem e prestam um serviço caridoso, levando o doente junto a Jesus. Depois o mestre certamente com a equipe caritativa – pois recomenda que não contassem a ninguém, sobre a cura - conduz o homem para fora da multidão (v 33). Logo fica frente a frente com o enfermo; coloca seus dedos nos olhos dele; cospe, e com a saliva toca-lhe a língua: contatos e gestos combinados que se tornam como uma “sinfonia de atenções”. Após o trato meticuloso com o homem, observam-se em Jesus, posturas cadenciadas: eleva os olhos,respira e pronuncia uma palavra. É maravilhoso perceber a paciência e delicadeza de Jesus! O modo carinhoso de tratar um doente já é a primeira medicina que atua na cura dele. Qual é meu comportamento diante do doente com quem convivo ou atendo? A sua melhora ou cura, muita das vezes depende da ação efetiva e mais ainda afetiva do assistente.“pediram que Jesus lhe impusesse a mão” (v 32). Era crença de que o contato físico fosse indispensável para obter a cura (Mc 5,23; 6,5; 8,234). “com a saliva, tocou a língua dele” (v 33). A saliva era tida como remédio, tanto pelos hebreus como pelos pagãos. Jesus usava também esse procedimento (Mc 8,23; Jo 9,6). “Olhando para o céu” (v 34). Elevar os olhos é um modo que acompanhava a oração (Mc 6,41; Jo 11,41; 17,1). “suspirou”. O suspiro manifesta o sentido de compaixão, de comoção que Jesus experimenta diante do infeliz. “Efatá!” é termo aramaico, e que Mc tem o cuidado de explicar aos leitores (Mc 5,41; 7,11). A ordem é dirigida não ao órgão e sim ao doente. “Imediatamente” (v 35). Verifica-se o efeito repentino e potencial da palavra de Jesus.Assim como é eficiente a palavra de Deus Pai na criação (Gn1, 3.6.9.11...) o é a palavra do Filho na recuperação da saúde, seja ela qual for.

Pe. Romeu Ferreira

terça-feira, 28 de agosto de 2012


FESTIVIDADE DE SÃO JOSÉ 2013

Os cerca de 25 novos coordenadores da Festa de São José tomarão posse  da comissão da festa 2013. A escolha será realizada durante o mês de setembro pelo presidente da Comissão da Festa e pelo diretor coordenador, Nara Ferreira. Os organizadores da festividade 2013 deverão trabalhar nas áreas de evangelização, procissões, decoração, administrativo-financeiro, eventos, marketing e jantar festivo. Além da nomeação, outro grande momento de expectativa para os paroquianos é o Tema da festividade 2013, que será divulgado juntamente com a apresentação do cartaz 2013.
A escolha dos nomes dos coordenadores da comissão da festividade é feita pelo Presidente da entidade, Padre Wiremberg Silva, e pelo atual coordenador geral, Nara Ferreira. Os coordenadores membros possuem o mandato de um ano e, durante este período, são responsáveis pelas funções da coordenação a qual fazem parte, desempenhando diversas ações, sempre em busca de resultados positivos para a comissão e a comunidade em geral. “A cada ano, nosso objetivo é fazer uma festividade cada vez melhor, organizado e mais evangelizado. O grupo de coordenadores selecionados está bastante comprometido e, com certeza, garantirá bons resultados para a Festa de São José, explica Diego Ventura Coordenador- secretario. Já a escolha do Tema para festividade é de responsabilidade do presidente da comissão e pároco de São José padre Wiremberg.
Para o ano que vem a Coordenação da Festa já tem alguns projetos para colocar em prática. Um deles diz respeito à criação da procissão dos lírios e a carreata (procissão rodoviária) estas  serão mais um momento para louvor a Jesus através de São José e a manhã alegre para as crianças com brincadeiras e festival de sorvete. Outra diferença para festividade está na ampliação de patrocinadores e apoiadores para festividade; assim como maior divulgação e amplitude da festividade.
História – A Coordenação da Festa foi criada oficialmente em 04 de outubro de 2010, com o objetivo de organizar o evento através de um estatuto, que definiu as obrigações de cada integrante. Formada por componentes católicos e paroquianos, um regimento interno define deveres, obrigações e condições para execução das atividades da Comissão a Festa. Uma delas garante que o trabalho de todos os membros seja voluntário.
Além disso, é estabelecido que a coordenação seja renovada, anualmente. No início da festividade quando ainda a paróquia era comunidade entre os anos 1978 a 2010, o responsável pela organização da festa era o Coordenadores da Comunidade com o apoio de todos Conselho Comunitário Pastoral, até a criação da Comissão da Festa.

SERVIÇO: Após  a  posse da Comissão da Festa de São José para 2013, será organizado a celebração de anúncio do tema da festividade 2013 e do cartaz previsto para a data 21 de dezembro, sexta-feira,  às 19h, na paróquia São José.

PARTICIPAÇÃO DAS EMPRESAS E PESSOAS FISICAS: Dentre as primeiras atividades da comissão da festa 2013, está à elaboração da programação, cartaz, folder, livros de evangelização para peregrinações e a capitação de recursos para os gastos referentes à festividade.
Neste sentido as empresas e pessoas físicas interessadas em receber propostas de patrocinador ou benfeitores para festividade 2013, poderão enviar e-mail com identificação e contatos.

PEREGRINAÇÃO DE NOSSA SENHORA DE NAZARÉ


Missa de envio e inicio das peregrinações na Paróquia São José em 26/08 às 19h.








domingo, 26 de agosto de 2012

Conversa com Meu Povo: Eu e minha casa serviremos ao Senhor

A frase é de uma das maiores personalidades do século XX, Mahatma Gandhi, que conduziu seu país, a Índia, assim como muitos outros, a encontrarem o caminho da independência e da democracia, através da não violência ativa: “Quem não vive para servir, não serve para viver”. Viver para servir! Proposta desafiadora, fonte de realização para todos os seres humanos, caminho de felicidade. Parece-nos encontrar aí uma das muitas
Sementes do Verbo de Deus plantadas na sabedoria e na prática religiosa da humanidade, pois a própria Palavra Eterna do Pai encarnada, Jesus Cristo, mostrou a que veio, abrindo perspectivas novas para seus discípulos e para toda a humanidade: “Eu vim não para ser servido, mas para servir e dar a vida por resgate de muitos” (Mc 10,45). Jesus Cristo veio ao mundo para fazer a vontade do Pai, para servir.

O Antigo Testamento reporta a história de Josué, a quem foi dada a tarefa de introduzir o Povo de Deus na Terra Prometida. Como havia acontecido na chamada Assembleia do Sinai, quando Moisés, em nome de Deus, pediu ao povo, conhecido pela sua cabeça dura, a definição de rumos, diante da Aliança estabelecida, também em Siquém se reúnem todas as tribos de Israel (Js 24,1-18). A escolha de Josué, em nome de toda a sua família, é muito clara: “Eu e minha casa serviremos ao Senhor!” Nas diversas etapas da história da Salvação, retorna a provocação positiva que toca no mais profundo da liberdade humana. Trata-se de escolher o serviço a Deus, optar pela fidelidade à sua Palavra, cumprir seus mandamentos, assumir a missão confiada àquele povo escolhido. A resposta do povo de Deus a Josué é decidida: “Nós também serviremos ao Senhor, porque Ele é o nosso Deus” (Js 24,18). Durante os séculos que se seguiram, continuamente o Senhor enviou emissários que o chamaram de novo à fidelidade!

Veio Jesus, chamou discípulos, começou uma nova forma de viver, do meio deles escolhe apóstolos, cria relacionamento diferente, acolhe crianças, chama justos e pecadores, derruba barreiras culturais e religiosas, abre a estrada da fraternidade. Também o Senhor, verdadeiro Deus e verdadeiro homem, entra no maravilhoso jogo de provocação à liberdade humana. Depois das primeiras etapas da pregação do Reino e da constituição de uma nova comunidade de irmãos, os chamados evangelhos sinóticos, pede aos discípulos uma definição: “E vós, quem dizeis que eu sou?” (Cf. Mt 16,13-20; Mc 8,27-30; Lc 9,18-21). Já o Evangelho de São João, no texto que a Igreja proclama no vigésimo primeiro Domingo do Tempo Comum (Jo 6,60-69), traz uma pergunta altamente provocante, após a multiplicação de Pães e o Discurso de Jesus sobre o Pão da Vida: “Vós também quereis ir embora?” Vem de Pedro a resposta que continua a ressoar pelos séculos: “A quem iremos, Senhor? Tu tens palavras de vida eterna. Nós cremos firmemente e reconhecemos que tu és o santo de Deus!” Os discípulos aprenderam a seguir Jesus, a partir da fé professada naquele que é o Santo de Deus, Messias, Cristo, Filho de Deus. A Igreja não se cansará de proclamar a mesma fé em Jesus Cristo, até o fim dos tempos.

Após a Ressurreição e Ascensão de Cristo e o Pentecostes, foi chamado aquele que, perseguidor implacável, veio a ser Apóstolo das gentes. É o próprio Paulo que conta, numa das narrativas de sua conversão, a pergunta que brota no coração de todas as pessoas que se encontram com Jesus Cristo: “Senhor, que queres que eu faça?” (At 22,10) A graça do apostolado continua a se multiplicar na Igreja. Quantas pessoas são chamadas a servir ao Senhor no anúncio da Boa Nova da Salvação, nos ministérios e serviços existentes nas Comunidades Cristãs! Que profusão de carismas suscitados pelo Espírito no coração da Igreja, através dos quais as palavras do Evangelho são postas em prática e “lidas” nas inúmeras obras de caridade e de serviço existentes em toda parte! E como não reconhecer a beleza do serviço prestado por homens e mulheres, adultos e jovens, que desempenham a missão de catequistas em nossas Paróquias?

São todas pessoas que experimentaram a graça do seguimento de Jesus e não podem se calar. São leigos e leigas que nos serviços internos da Igreja, nas inúmeras frentes de trabalho apostólico e na caridade, podem dizer com o Apóstolo São Paulo: “Anunciar o evangelho não é para mim motivo de glória. É antes uma necessidade que se me impõe. Ai de mim, se eu não anunciar o evangelho!” (1 Cor 9,16). Por isso fixam os seus corações onde se encontram as verdadeiras alegrias. Com todas estas pessoas, agradecemos a Deus pelo mês dedicado às vocações. Em sua conclusão, temos o direito e o dever de acolher as novas e muitas vocações para o serviço ao Senhor e à sua Igreja.

Dom Alberto Taveira 

terça-feira, 21 de agosto de 2012

Arquidiocese de Belém promove o III Encontro Summorum Pontificum

Fonte: Karine Gonçalves
Oportunizar reflexões teológicas sobre a Liturgia e a fé. Este será o objetivo do III Encontro Summorum Pontificum em Belém, que acontece de 23 a 25 de agosto, no Museu de Arte Sacra do Pará/Igreja Santo Alexandre, numa promoção da Arquidiocese de Belém, e organização do Grupo de Estudos Nossa Senhora de Nazaré, da Paróquia Santíssima Trindade.

A programação do evento conta com palestras do Arcebispo Metropolitano de Belém, Dom Alberto Taveira Corrêa, e dos renomados estudiosos, o Bispo auxiliar de Karaganda, Cazaquistão, Dom Athanasius Schneider, e do Pároco de Santa Maria Goreth, em Belém-PA, Padre Carlos Augusto Silva.

O Encontro atende um chamado do Papa Bento XVI em sua Carta Apostólica sob forma de Motu Próprio “Porta Fidei”, com a qual se proclama o Ano da Fé. “Deverá intensificar-se a reflexão sobre a fé, para ajudar todos os crentes em Cristo a tornarem mais conscientes e revigorarem a sua adesão ao Evangelho, sobretudo num momento de profunda mudança como este que a humanidade está a viver”, afirma o Papa Bento XVI na carta. Para os fiéis, o Santo Padre escreve que o Ano da Fé “será uma ocasião propícia também para intensificar a celebração da fé na liturgia, particularmente na Eucaristia, que é ‘a meta para a qual se encaminha a ação da Igreja e a fonte de onde emana toda a sua força’”.

Para participar do III Encontro Summorum Pontificum em Belém, basta acessar o site e obter mais informações: http://tridentina.blog.com/. As inscrições gratuitas.

Ano da Fé 

No dia 11 de outubro último, o Papa Bento XVI, proclamou um Ano da Fé, que terá início a 11 de Outubro de 2012 – no cinquentenário da abertura do Concílio Vaticano II -, e terminará na Solenidade de Nosso Senhor Jesus Cristo Rei do Universo, a 24 de Novembro de 2013. Na referida data de 11 de Outubro de 2012, serão comemorados os vinte anos da publicação do Catecismo da Igreja Católica, texto promulgado pelo seu predecessor, o Beato Papa João Paulo II, com o objetivo de ilustrar a todos os fiéis a força e a beleza da fé.